Informações Anti-Contrafação

Os medicamentos contrafeitos são perigosos. Podem incluir produtos sem ingredientes ativos, com quantidades incorretas de ingredientes ativos, com ingredientes errados, com quantidades corretas de ingredientes activos mas com embalagens falsas ou com níveis elevados de impurezas e contaminantes.

Alguns exemplos de ingredientes nocivos detetados em medicamentos contrafeitos são arsénico, ácido bórico, pó de tijolo, pó de cimento, pó de giz, verniz para soalhos, tinta com chumbo para marcação rodoviária, níquel, graxa (para conseguir o brilho ligeiro do comprimido) e pó de talco. Também podem ser cópias ilegais de um produto original.

Os medicamentos contrafeitos comportam riscos de saúde pública e, como muitas vezes são fabricados ilegalmente em condições insalubres e inseguras, a sua origem é desconhecida e o seu conteúdo duvidoso.

Ao contrário do que diz o marketing dos autores da contrafação, os medicamentos contrafeitos não são “genéricos” de medicamentos de marca. Os genéricos são aprovados pelas entidades reguladoras, o que não acontece com os produtos contrafeitos. Pode haver contrafação tanto de medicamentos de marca como de genéricos, nomeadamente para tratamento de viroses, infeções, diabetes, doenças mentais, doenças cardíacas e disfunção erétil, entre outros.

A contrafação é um negócio muito rentável para os criminosos. Os autores da contrafação são criminosos que operam a nível mundial, cuja atividade tem crescido tanto nos países desenvolvidos como em desenvolvimento, e que não têm qualquer preocupação com a saúde pública ou a segurança. Muitos autores de medicamentos contrafeitos têm sistemas sofisticados de impressão e embalagem, mas as condições de fabrico são deploráveis. A contrafação envolve uma rede mundial de produtos, distribuidores e vendedores.

 

Iniciativas da Lilly de Combate à Contrafacção
Saiba o que a Lilly está a fazer para combater a contrafacção